Questionar, experimentar e testar sempre

Olá!

Até Renê de Paula(rodaeavisa.com) entrou na onda da experimentação. RS..rs

Muito bacana como sempre, seus vídeos. Uma ótima reflexão!

Veja o vídeo(8min) sobre Experimentação

O que vale é por a ideia no ar, validar/descartar, ou seja produzir.

Curioso até o fato de ele citar: Agile e Lean Startup.

Que tal experimentar?

Assim como o René, a gente sempre acha que vai dar certo.

Sempre temos certeza…

Experimenta! Experimenta! Experimenta!

Também acho que a vibe é essa – Veja o produto – eterno beta

Construir, medir e aprender.

Produto:Versão de testes eterna, ou quase isso!

Olá!

Ontem(12/02/2018), li a notícia sobre o lançamento do Youtube Go no Brasil (Fevereiro/2018). Logo baixei o aplicativo e fui testar.

A interface simples e bem objetiva, revela de forma clara o funcionamento do produto. Funciona muito bem. Atende ao propósito.

Algumas coisas me chamaram a atenção na Google Play (dados de 12/02/2018) – versão de 07/02/2018

  • Aplicativo não lançado
  • Talvez ele seja instável
  • 10 milhões de download

YoutubeGo

youtubego2

Após utilizar o aplicativo, fui atrás de notícias que falavam sobre o produto, encontrei esta notícia que diz sobre a primeira versão lançada na India em Setembro/2016. de de onde eu tirei os seguintes dados abaixo:

O processo de elaboração da app:

  • Uma equipe de engenheiros, designers e pesquisadores
  • Coletaram informações em 15 cidades da Índia
  • Ouviram Feedback dos usuários
  • Experiência de uso mais relevante e mais barata
  • Produto pensado no uso offline ou em conexões de baixa qualidade
  • Funções básicas para atender ao propósito

Fica claro, que o Google investiu na ideia de: Ouvir a dor do usuário final

Pesquisar, estudar, avaliar, rascunhar e lançar várias versões (ainda em beta) para que os usuários finais pudessem EXPERIMENTAR.

Pra mim, isto é Lean Startup: Construir, Medir e Aprender.

Ainda hoje(Fevereiro/2018) continua o aviso de versão beta, que pode trazer instabilidade, conforme as imagens acima(capturadas diretamente da Google Play em 13/02/2018).

Com estas versões betas, eles aprendem sobre o produto, ideias que deram certo, errado, novos rumos e além do fato de “colocar o usuário final como centro desta ação”. Todos ganham.

O que estou querendo dizer é: o poder da experimentação realizada diretamente com o usuário final. Por quê não investimos mais neste modelo?

Alguns motivos que tenho ouvido, para não investirmos:

  • “Nosso cenário é complexo, não admite experiências”
  • “Temos um produto que interage com um ecossistema”
  • “Não se testa com cliente, brinque na sua casa”
  • “Nosso segmento é acompanhado de perto pelo órgão regulador, não temos margens para experimentações”
  • “Nosso concorrente também não faz”
  • “Todo o nosso processo interno e de governança são muito rígidos”
  • “Não existe MVP, existe produto completo, o resto é balela de consultor”
  • “Não temos um time dedicado”
  • “Devemos sim, ser digital, mas sem ações de riscos e pensando sempre no médio prazo, pelo menos nos próximos 3 anos”
  • “Produto que envolve múltiplos canais e sistema legado não podem ter pequenas entregas…”

Resolvi, não seguir enumerando os demais motivos.

Claro, que adotar uma estratégia de pequenos incrementos -> testar – validar/descartar com o usuário final, de fato é uma mudança muito grande em relação ao modelo atual, vigente na maioria das empresas. E que estes ambientes, possuem diversas restrições: do gestor, da equipe, do cliente, do usuário final, do PMO, do GP, regulatórias, de processo, governança e etc.

Cabe a cada empresa, avaliar o seu processo e dizer se deseja iniciar uma jornada mais centrada no usuário final do seu produto, e com isso assumir todos os riscos e aprendizados que o modelo proporciona.

Desenvolver produtos com foco no cliente, é um grande desafio.

Qual empresa que você conhece lançaria uma versão(loja de app) com o aviso: “Talvez ele seja instável”

Novos tempos, novas maneiras de fazer.

Sim, isto implica em mudar o processo e o “famoso mindset”.

Será que o pessoal do Google andou lendo o livro Direto ao Ponto, do grande mestre Paulo Caroli?

Que tal alguns experimentos? Bora começar?

Feito, melhor que perfeito.

Empresas tradicionais adotam metodologias ágeis para inovar e desenvolver novos negócios

Olá

Isto é visto ainda como algo muito diferente do padrão, e de fato é.

Então nada mais justo do que destacar quando empresas adotam tais modelos.

Veja mais detalhes no portal Segs:

http://www.segs.com.br/seguros/13393-empresas-tradicionais-adotam-metodologias-ageis-para-inovar-e-desenvolver-novos-negocios.html

Quem sabe um dia, teremos a gestão ágil como padrão…

 

Desenvolvendo produtos e projetos de forma enxuta e eficiente

Olá

“Construir, Medir, Aprender”, como diz Steve Blank, é muito mais elaborado do que colocar software em produção para ver se funciona. O Lean Startup é interessante, mas para desenvolvedores de software acaba se traduzindo em uma importante pergunta: “Tá, mas o que construir?”.

Veja o vídeo(49min) no portal Infoq.com/br:

http://www.infoq.com/br/presentations/desenvolvendo-produtos-e-projetos?utm_source=infoq&utm_medium=videos_homepage&utm_campaign=videos_row1

Este modelo esta revolucionado o mundo dos produtos e projetos.