Cabe um MVP para este cenário?

Olá!

A pergunta abaixo surgiu de um participante do Webinar de Introdução ao conceito de MVP ocorrido no dia 06/02 as 20:01 (horário de Brasília).

A partir de agora, queremos aproveitar os insights, discussões e comentários gerados durante os Webinars ou minicursos online, ao vivo e gratuitos, e com isso criar posts ou outros conteúdos. Chamamos isto de Insights do Webinar.

A cada Webinar ou minicurso estamos compartilhando conhecimentos e práticas que aplicamos em nosso dia a dia, ensinando, aprendendo, ampliando networking, buscando a melhoria contínua através dos feedbacks e promovendo reflexões.

Resumo deste post:

  • Falar sobre M.V.P. (Minimum Viable Product)
  • Introduzir os conceitos da abordagem Inception to Go
  • Falar da importância da efetiva participação do usuário final e do time técnico nos processos  de Inceptions
  • Dica de livro sobre o tema M.V.P. 

Vou editar a pergunta para preservar a identidade do participante, mas foi algo mais ou menos assim:

“Existe um projeto, que foi implementado há 3 anos , e agora ele ganhou um novo direcionamento. Os resultados até o momento não foram nada satisfatórios. Vou encabeçar este projeto, que no meu entendimento está começando do zero. Cabe um MVP?”

Vamos a definição de MVP no site da Endeavor

“É um conjunto de testes primários feitos para validar a viabilidade do negócio. São diversas experimentações práticas que serão desenvolvidas levando o produto a um seleto grupo de clientes… mas não é o produto final! Estamos falando em um produto com o mínimo de recursos possíveis, desde que (em sua totalidade) estes mantenham sua função de solução ao problema para o qual foi criado (não vale ser apenas funcionalidades soltas: juntas, elas devem configurar um produto, ainda que em forma de protótipo!). O empreendedor vai oferecer o mínimo de funcionalidades para conhecer na prática a reação do mercado, a compreensão do cliente sobre seu produto e se ele — de fato — soluciona o problema do consumidor.”

Quando falamos em M.V.P.(Produto Mínimo Viável), estamos falando em validar hipóteses junto a um publico o mais breve possível, para gerar aprendizado.

Vamos levantar alguns pontos baseados nos questionamentos da pergunta:

O projeto foi implementado há 3 anos…

Os resultados não estão nada satisfatórios…

Começando do zero…

O que aconteceu nestes três anos?

O projeto foi colocado em produção? Me parece que sim.

Resultados nada satisfatórios, para quem? Para todos?

Me chama a atenção o começar do zero.

Cabe um MVP se você quiser testar hipóteses, aprender com o público e melhorar o produto o mais breve possível para evitar que ocorram os mesmos problemas relacionados ao produto (construído há 3 anos atrás). Está resolvendo a dor do usuário?

Quer saber mais sobre M.V.P.? Veja abaixo nossas dicas de livros.

DicadeLivrosInceptionToGo

 

 

Aproveite e veja também este artigo sobre MVP no blog da Nubank

Agora, poderia caber um redesenho do produto, realizado diretamente com o usuário final. Questionando por exemplo:

  • Quais os principais problemas do produto atual?
  • O que esta faltando de funcionalidade?
  • Quais as partes positivas?
  • O que poderia ser melhorado?
  • Como está a experiencia do usuário?
  • As funcionalidades contribuem para os objetivos do negócio?
  • E a performance do produto?
  • O que pensam  partes interessadas  sobre o produto?

Este redesenho também vai gerar um pacote de trabalho contendo as funcionalidades a serem evoluídas, corrigidas ou criadas/recriadas.  Eu gosto desta opção de redesenho neste cenário.

Se você vai construir do zero, ou redesenhar um produto, ou evoluir, eu sempre recomendo a participação de dois personagens protagonistas: usuário final e desenvolvedor(ou líder técnico e/ou arquiteto ). Isto sem contar a participação desde o inicio da área de UX/UI.

Eu já vi muitas vezes estes atores, não participarem de Inceptions, muito mais do que eu gostaria. Ignorar estas participações normalmente acarretam diversos problemas como:

  • Entregar o produto que o usuário final não precisa/não quer
  • Brutal diferença entre as estimativas no momento de definir o MVP, ou pacote de trabalho em relação ao início do trabalho de desenvolvimento
  • Equipe de desenvolvimento completamente deslocada em relação aos objetivos do produto
  • Áreas de negócios frustradas com prazos intermináveis
  • Reclamações constantes por parte dos usuários
  • Inúmeras dificuldades técnicas que surgem durante o desenvolvimento, deixando a equipe técnica sobrecarregada
  • Problemas de escopo, custos e prazos

Mas e a participação dos demais atores? Como:

  • Product Owners
  • Scrum Masters
  • Clientes
  • Gerentes de projeto
  • Arquitetos de softwares
  • Profissionais de UX
  • Partes interessadas
  • Área de governança
  • Segurança da informação
  • Testes/QA
  • DBA
  • Infraestrutura

E se você é um dos profissionais acima mencionados, recomendamos que saiba mais sobre Inception to Go e participe das Inceptions.

Inception to Go, é uma abordagem para definir um conjunto de funcionalidades mínimas,  com a participação efetiva do usuário final e do desenvolvedor, visando iniciar a construção o mais breve possível destas funcionalidades, que poderiam ser aplicadas em:

  • Produtos novos – (Definição de MVP)
  • Redesenho de produtos – Definição do conjunto de funcionalidades a serem corrigidas, melhoradas ou criadas, com objetivo de reestruturar um produto sobre a ótica de performance, usabilidade, redesenho de processos, novas tecnologias, etc.
  • Demandas evolutivas – Evolução de um produto existente, visando manutenção, demandas legais ou correção.

Inception to Go, é conjunto de atividades altamente colaborativas, realizado em 2 ou 3 dias consecutivos, com muito foco e práticas para:

  1. Entender o problema sob a ótica do cliente e do usuário final
  2. Identificar as personas envolvidas e como são impactadas
  3. Indagar sobre a interação dos sonhos que resolveria o problema na ótica do usuário final
  4. Identificarmos  as funcionalidades mínimas e ideais
  5. Ouvir o desenvolvedor/liderança técnica envolvida diretamente no produto para elencar riscos, pontos de atenção, sugestões, etc. Você vai deixar de fora da Inception o profissional que vai construir o produto?
  6. Promover alinhamento (de expectativas)
  7. Definir a funcionalidade core, que causará o maior impacto no produto, além de detalhar utilizando conceitos de prototipação rápida e design centrado no usuário
  8. Discutir a criação de uma POC (se necessário)
  9. Realizar checkpoints com DEV, Usuário final e UX para identificação de pontos de atenção
  10. Montar uma timeline listando os possíveis incrementos de produto das 2 ou 3 próximas  sprints
  11. Minimizar riscos de enormes divergências entre as estimativas durante a Inception, e o momento da construção
  12. Permitir que o time de desenvolvimento tenha insumos, para iniciar a construção o mais breve possível (de 2 a 5 dias após a Inception to Go)
  13. Estimar o esforço necessário para construir o produto

Alguns benefícios do Inception to Go:

  1. Com a participação efetiva do usuário final como cocriador, ficará mais objetivo construir uma solução para o problema certo, pensando por exemplo em aspectos de usabilidade desde o início
  2. Com a participação do desenvolvedor desde o início da Inception, reduzimos drasticamente as ocorrências provenientes de surpresas técnicas que seriam possivelmente apontadas durante a construção
  3. Ao discutirmos profundamente a funcionalidade core, descobrimos cenários, regras, exceções e fluxos alternativos que tardiamente identificados poderiam comprometer o custo, escopo e prazo, ou ainda a experiência do usuário. Além deste ponto, aumentamos o conhecimento sobre o tamanho de cada funcionalidade, contribuindo para estimativas mais realistas
  4. Alinhado as boas práticas de cocriação, filosofia Lean, experimentação e agilidade

Você ainda tem dúvidas se a abordagem Inception to Go é para você?

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Veja como foi o Workshop  100% gratuito sobre Inception to Go, que foi realizado no dia 01/02 em Sampa na EveryMind

Não importa se você precisa de um MVP para um produto novo, ou um pacote de trabalho para evolução ou redesenho de produtos digitais (softwares) existentes, Inception to Go é uma boa escolha para construir produtos digitais centrado nas reais necessidades dos seus clientes, com a participação efetiva do usuário final e direta do time de desenvolvimento. Chega de entregar produtos que seus usuários não querem utilizar.

Quer saber mais?

Vamos bater um papo, tomar um café e discutir seu cenário, envie um e-mail para contato@agilenow.com.br

#Inception to Go

Softwares, impactam vidas

Fernandes Lima

Cocriador da Inception to Go

 

 

 

 

 

 

Porque criamos um grupo no Telegram

Olá!

A imensa maioria dos brasileiros conhece e utiliza no dia o Whatsapp, ele é uma excelente ferramenta de comunicação. Também participamos de vários grupos de Whatsapp.

Porém recentemente precisamos de uma ferramenta com o mesmo objetivo do Whatsapp, porém com alguns recursos extras.

Então escolhemos o Telegram, um aplicativo com a mesma finalidade do Whatsapp, porém com recursos bem interessantes. Ele tem versões(baixe nos links a seguir) para Android e iOS

Veja porque a gente escolheu o Telegram:

  • Grupos com até 200 mil participantes
  • Melhor gestão sobre o envio de mensagens
  • Agendamento de mensagens
  • Criação de Enquetes
  • Maior controle de permissões
  • Acesso ao histórico de mensagens, mesmo você sendo um novo integrante
  • Diversos plugins

Temos um grupo no Telegram, chamado ConteúdosAgilenow, compartilhamos conteúdos DIARIAMENTE com o objetivo de contribuir com pessoas, times e empresas. Caso queira entrar neste grupo, envie e-mail para contato@agilenow.com.br relatando que desejar entrar no grupo do Telegram.

Tipos de conteúdos relacionados ao ambiente corporativo, agilidade, tecnologia e startups:

  1. Artigos/posts
  2. Vídeos/podcasts
  3. Dicas de livros
  4. Dicas de eventos
  5. Dicas de cursos gratuitos/pagos
  6. A programação de nossos Webinars semanais (publicado primeiramente neste espaço)
  7. E muito mais

Em nosso modesto ponto de vista, vale muito a pena ingressar no Telegram, mas se você discorda por qualquer motivo, está tudo bem!

Saiba mais sobre o Telegram

25 dicas para o Telegram

Novidades no Telegram

GrupoNoTelegram

 

 

 

 

Ingredientes para prototipagem de requisitos de softwares

Olá!

A prototipagem ou prototipação de requisitos de softwares tem a finalidade de obter grande quantidade de informações sobre um problema, permitindo uma coleta de requisitos muito ágil e fluída. Possibilitando ao usuário final atuar como cocriador.

Diante do desafio de coletar requisitos de softwares, utilizar abordagens colaborativas e construção incremental de partes do produto, permite um melhor resultado devido a dois fatores:

  1. Participação do usuário final
  2. Utilização de ciclos curtos de feedback para correção e ajustes, contribuindo com a construção de produtos com foco nas REAIS necessidades dos clientes e/ou usuários

Antes de propor um sessão de prototipagem para coletar requisitos, sugiro alguns ingredientes básicos:

  1. Entendimento do problema a ser resolvido
  2. Quais os resultados esperados
  3. Definição do time multidisciplinar
  4. Escolha de uma funcionalidade chave que resolverá o problema de forma plena
  5. Definição de agenda para realizar a sessão
  6. Apoio de um sponsor

Dependendo do cenário, mais ingredientes poderiam ser necessários, mas vamos começar com estes.

1. Entendimento do problema a ser resolvido

Como assim o problema a ser resolvido? Explico.

Um desafio de negócio que hoje causa impacto negativo no processo atual, ou que poderia ser evoluído ou criado.

Vamos citar alguns exemplos:

  • Um novo processo de aviso de férias para facilitar a vida do RH, colaborador e gestor
  • Um relatório gerencial para área de compras visando apresentar as maiores compras por departamento e economia realizada
  • Uma tela de pedido de venda simplificada para ser utilizado por representantes na visita a clientes
  • Um aplicativo ou portal que permita acompanhar os custos dos projetos através de diversos indicadores para área de PMO

Todos estes problemas acima, precisarão da criação ou evolução de softwares com foco em melhoria de processo, automatização, redução de custos ou outros pontos.

Entender o problema e como as pessoas são impactadas é o primeiro passo.


2. Quais os resultados esperados

Tendo em vista que já sei qual o problema a ser resolvido, fica muito mais fácil estabelecer os resultados esperados.

Supondo que o nosso problema fosse:

Um novo processo de aviso de férias para facilitar a vida do RH, colaborador e gestor

  • Processo muito manual e sujeito a erros
  • Envio de planilhas entre os envolvidos
  • Falta de controle eficiente

Resultados Esperados:

  • Automação do processo e eliminação de erros
  • Visibilidade do processo para todos os envolvidos
  • Diminuição do custo operação para gestão do processo de férias

3. Definição do time multidisciplinar

Consiste num time que se complementa e as diferenças de visões contribuem para um produto mais aderente as reais necessidades

Apesar de ser um time, “Um por todos e todos por um” tenho dois perfis bem distintos: Técnico e de negócios

Técnico: Programadores, arquitetos, DBAs, Profissionais de UX/UI, Lider Técnico e testador

Negócios: Cliente, usuário final, gestores, Product Owner, analista de requisitos/negócios e partes interessadas.

O foco deste time deve ser a entrega do produto em ciclos curtos, muita comunicação e colaboração. Parece até ser fácil!

Acrescente um facilitador, e escolha um dos presentes para ser o escrivão da sessão de prototipagem, para registro e documentação dos requisitos discutidos.


4. Escolha de uma funcionalidade chave que resolverá o problema de forma plena

Imagine um produto contendo inúmeras funcionalidades, porém tem uma (ou conjunto delas) que é chave, aquela que “resolve a dor do cliente”

Vamos pensar no Uber, qual seria esta funcionalidade matadora?

Solicitar corrida.

Ok, alguns estão bravos comigo porque chamei de funcionalidade, e não de tema ou épico. Mas se realmente você esta preocupado com a terminologia utilizada, você não entendeu nada do que estou falando.

Chame do que você quiser: Épico, tema, macro funcionalidade, funcionalidade…

O importante é entender o conceito.Ok?

Escolhida a funcionalidade chave.

Em nosso exemplo do problema das férias do RH, vamos chamar a funcionalidade chave de: Solicitação de férias através do colaborador


5. Definição de agenda para realizar a sessão

Avise antecipadamente(normalmente utilizo uma semana de prazo) todos os envolvidos.

Informe:

  • tema
  • data
  • horário
  • duração da sessão em horas, deixe claro os intervalos
  • regras para interrupções/uso de smartphone/internet
  • local
  • nome da sala
  • fone/email/whatsapp para contato rápido

E dois dias antes do sessão, envie um lembrete a todos. Invista na comunicação intensa de seus projetos!


6. Apoio de um sponsor

Conselho básico, muitas vezes esquecido.

Proximidade com este sponsor, venda a ideia pra ele, forme uma parceria no sentido mais amplo da palavra.

Que este sponsor seja politicamente forte, afinal nem tudo se resume a utilização de abordagens ou lindos post-its coloridos, precisamos de resultados reais e mensuráveis!

O apoio deste sponsor é fundamental para iniciação do projeto, e durante a caminhada, os possíveis problemas que surgirão.

Mantenha um dialogo constante e franco.

Ao final da sessão de prototipagem, devemos ter um entendimento claro sobre a funcionalidade e o alinhamento entre todos os envolvidos.


Dica Extra

Não adianta nada utilizar todas estas dicas, e não construir o produto de forma incremental o mais breve possível com uso intenso de feedback.

#boraprototipar

#foconousuariofinal

#prototipandorequisitos

Design Features – Detalhando funcionalidades de forma colaborativa

Olá!

Quantas vezes você já presenciou um cenário, onde uma “pequena funcionalidade”, acaba se transformando em um conjunto enorme de funcionalidade? Esta situação é muito comum, e normalmente algo muito simples, parece inclinado a ganhar musculatura de forma desordenada!

Claramente, isto não ocorre de maneira proposital. Simplesmente, quando iniciam o aprofundamento das discussões, começam a aparecer as ramificações, fruto de diferentes atores envolvidos

Acredito que eu tenho visto este novela, diversas vezes! Bem que eu poderia ter contado.

Pensando um pouco nisso, resolvemos unir alguns artefatos que utilizamos no dia a dia para identificar e detalhar Features de forma ágil, leve e colaborativa.

Desta união surgiu o roteiro passo a passo: Design Features – Detalhando funcionalidades de forma colaborativa.

Este roteiro normalmente, tem duração máxima de 7(sete) horas úteis e com extremo foco, um time de entrega: Product Owner, Lider técnico, usuário final(ou representante) e facilitador.

Antes de iniciar uma sessão de Design Features, você precisa ter muito claramente entre todos os participantes, qual deve ser a funcionalidade alvo.

Além de pensar nos participantes, existe uma agenda prévia que precisa ser cumprida, com o intuito de facilitar a logistica, alinhamento, reforçar a importância do foco extremo, comprometimento e disposição física e mental dos envolvidos. Imagina algum destes participantes, apenas comparecer, sem a devida energia para produzir, poderia comprometer o resultado.

Vamos pensar em um exemplo que esta em nosso dia a dia:

Download de series do Netflix:

Veja quantas ações e ramificações tem envolvidas:

  1. Além do Download em si
  2. Cancelar download
  3. Expirar download
  4. Renovar Download
  5. Meus downloads
  6. Lista de downloads em andamento
  7. Assistir episodio que esteja baixado
  8. Próximo episodio baixado
  9. Limpar lista de downloads
  10. Validar download

Algumas macro atividades de uma sessão de Design Features:

  • Alinhamento
  • Mapa das funcionalidades
  • Canvas Feature
  • Prototipação
  • Checklist

Imagine uma ferramenta, que propicia alto grau de alinhamento entre: Product Owner, Desenvolvedor e/ou Lider Técnico e usuário final(ou representante)!

Design Features, é mais uma ferramenta do movimento “Prototipando requisitos”

Em breve estaremos falando mais sobre este assunto!

#boraprototipar

#prototipandorequisitos

#FernandesLima

Vem aí um e-book: Por que prototipar requisitos de softwares?

Olá!

Tenho me deparado com o desafio de extrair as REAIS necessidades dos clientes e usuário final de forma ágil e leve, com o objetivo de coletar requisitos e construir um produto digital(software).

Tentamos as mais variadas abordagens e técnicas, mas uma que tem sido de grande valor é a prototipagem de baixa fidelidade diretamente com o usuário final (do seu software).

As demandas cada vez mais são “para ontem”, fruto do dinamismo dos negócios, competição acirrada e desejo dos clientes(dos clientes), enfim, uma infinidade de fatores.

Prototipagem é a solução bala de prata? Claro que não, mas é um ótimo ponto de partida que pode ser complementada com diversas outras abordagens.

Mas mesmo assim, tem muitas pessoas que rejeitam a prototipagem como ferramenta para buscar o entendimento(ou descobrir melhor o problema).

Pensando nisso, vem aí – até o final do mês de Junho/2019 – um E-book GRATUITOPor que prototipar requisitos de softwares

Prototipar permite conectar pessoas, ambientes, processos e objetivos de forma simples e ágil com foco no problema

Enquanto ele não vem, veja algumas imagens do mesmo. Esperamos que gostem.

Observação: O domínio prototipandorequisitos.com.br não está disponível ainda – estamos trabalhando nisso!

Tem gente levando protótipos muito a sério… Veja isso: Startup Lilium apresenta protótipo de táxi áereo urbano

Abraços

Contabilizei, plataforma que facilita a vida das pequenas empresas

Olá!

Todos reclamam de excesso de burocracia… Mas por quê não utilizar a tecnologia para:

  • Simplificar
  • Automatizar tarefas e processos
  • Aumentar produtividade
  • Agregar inteligência
  • Ajudar na rápida tomada de decisões

Software é um ótimo caminho

Veja no portal Época Negócios:

http://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2017/04/com-automacao-de-tarefas-burocraticas-empresa-reduz-custo-de-contabilidade.html

Mais sobre a empresa:

https://www.contabilizei.com.br

 

O nascimento da sociedade Ágil

Olá!

Este artigo destaca as mudanças ocorridas na sociedade, o modelo ágil e a importância do papel do software no mundo moderno, veja mais no portal RevistaApolice:

O nascimento da Sociedade Ágil

Muito bom o artigo, pois joga luz em questões que muitos desconhecem ou apenas estão preocupados em fazer seu trabalho de modo automático.

Colaboração, comunicação, mudanças, modelo ágil e muito software espalhados por aí.

Dica compartilhada por meu amigo Abdalla – mestre do Agile.

iOS 10 finalmente permitirá apagar aplicativos nativos no iPhone

Olá!

Por que a Apple demorou tanto para um recurso tão básico?

Veja no portal Idgnow:

http://idgnow.com.br/mobilidade/2016/06/14/ios-10-finalmente-permitira-apagar-aplicativos-nativos-no-iphone/

Este tipo de pergunta é muito comum. A questão central é: A Apple é a desenvolvedora do iOS, somente ela tem a exata noção da complexidade deste simples recurso.

Software é um processo evolutivo, até para a Apple, para incompreensão de muitos.

Feedtrail: solução móvel de pesquisa de satisfação chega ao Brasil

Olá!

A solução parece bem inteligente e simples, pois coletar/processar o feedback dos clientes é essencial.

Veja mais no portal Mobiletime:

http://www.mobiletime.com.br/13/06/2016/feedtrail-solucao-movel-de-pesquisa-de-satisfacao-chega-ao-brasil/441702/news.aspx

O poder do feedback registrado e devidamente processado com ganho para o consumidor é algo fantástico e pouco explorado.

Veja mais sobre a empresa em

https://www.feedtrail.com/pt