Cultura Maker e a importância (EXTREMA) da colaboração

Olá!

Você já ouviu falar da Cultura Maker?

E de colaboração direto na corrente sanguínea?

Vamos por partes.

No meu entendimento a colaboração é a diferença primordial para produzir resultados com qualidade e impactar as pessoas e empresas.

Muito fácil falar de colaboração, mas praticar… Quer ver?

Qual foi a última vez que você ajudou o seu colega ao lado?

Diante de uma situação tensa com um cliente, houve colaboração mútua? Ou simplesmente foco no contrato e procedimentos?

E outro ponto, dificilmente alguém vai falar abertamente: Eu não colaboro com ninguém.

Colaborar, significa abrir mão do ego… Vixi!

Mas e se eu não trabalho com criação de placas, objetos ou peças, por que eu aplicaria isto? Pelo simples motivo de colaborar com seus colegas para produzir resultados mais efetivos e no tempo menor.

Veja alguns artigos relacionados ao tema:

Cultura Maker e colaboração – Época Negócios

Tecnologia disruptiva – simples ato de fazer – blog canaldevbr.com

Um guia para se relacionar com a cutura Maker – Época Negócios

Movimento Maker – Estadão

A cultura Maker na educação – Dom Bosco

Cultura Maker e as inovações 

Cultura Maker – vídeo 13min – TEDx Lisboa

Então vamos somar esforços para fazer, e sem esquecer de: respeito, cordialidade, humildade e muita colaboração.

 

Produto mínimo viável – M.V.P. – Canal Mundo Compartilhado

Olá!

Didático e bem bacana.

Veja os objetivos do M.V.P.

  • Um jeito de validar a hipótese
  • Acelerar o aprendizado do produto
  • Eliminar o desperdício
  • Leva a solução mais cedo para o seu cliente
  • Pode ser a base de um novo produto
  • Ajuda a desenvolver as habilidades necessárias para contrução

Assista o vídeo(7 min) no canal do Mundo compartilhado

Vídeo do canal Mundo Compartilhado

mc

 

Faturam R$ 500 mil ensinando funcionários públicos a serem mais eficientes.

Olá!

Pela minha experiência pessoal e de conhecidos, boa parte de nós já “enfrentou” os problemas da burocracia e lentidão dos órgãos públicos… Pelos mais variados motivos e justificativas.

Achei a iniciativa fantástica!

https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2018/03/27/wegov-capacitacao-eficiencia-servidores-publicos-sc.htm

Isto que chamo de:  aproveitar um desafio e transformar em oportunidade.

Parabéns!

 

Produto:Versão de testes eterna, ou quase isso!

Olá!

Ontem(12/02/2018), li a notícia sobre o lançamento do Youtube Go no Brasil (Fevereiro/2018). Logo baixei o aplicativo e fui testar.

A interface simples e bem objetiva, revela de forma clara o funcionamento do produto. Funciona muito bem. Atende ao propósito.

Algumas coisas me chamaram a atenção na Google Play (dados de 12/02/2018) – versão de 07/02/2018

  • Aplicativo não lançado
  • Talvez ele seja instável
  • 10 milhões de download

YoutubeGo

youtubego2

Após utilizar o aplicativo, fui atrás de notícias que falavam sobre o produto, encontrei esta notícia que diz sobre a primeira versão lançada na India em Setembro/2016. de de onde eu tirei os seguintes dados abaixo:

O processo de elaboração da app:

  • Uma equipe de engenheiros, designers e pesquisadores
  • Coletaram informações em 15 cidades da Índia
  • Ouviram Feedback dos usuários
  • Experiência de uso mais relevante e mais barata
  • Produto pensado no uso offline ou em conexões de baixa qualidade
  • Funções básicas para atender ao propósito

Fica claro, que o Google investiu na ideia de: Ouvir a dor do usuário final

Pesquisar, estudar, avaliar, rascunhar e lançar várias versões (ainda em beta) para que os usuários finais pudessem EXPERIMENTAR.

Pra mim, isto é Lean Startup: Construir, Medir e Aprender.

Ainda hoje(Fevereiro/2018) continua o aviso de versão beta, que pode trazer instabilidade, conforme as imagens acima(capturadas diretamente da Google Play em 13/02/2018).

Com estas versões betas, eles aprendem sobre o produto, ideias que deram certo, errado, novos rumos e além do fato de “colocar o usuário final como centro desta ação”. Todos ganham.

O que estou querendo dizer é: o poder da experimentação realizada diretamente com o usuário final. Por quê não investimos mais neste modelo?

Alguns motivos que tenho ouvido, para não investirmos:

  • “Nosso cenário é complexo, não admite experiências”
  • “Temos um produto que interage com um ecossistema”
  • “Não se testa com cliente, brinque na sua casa”
  • “Nosso segmento é acompanhado de perto pelo órgão regulador, não temos margens para experimentações”
  • “Nosso concorrente também não faz”
  • “Todo o nosso processo interno e de governança são muito rígidos”
  • “Não existe MVP, existe produto completo, o resto é balela de consultor”
  • “Não temos um time dedicado”
  • “Devemos sim, ser digital, mas sem ações de riscos e pensando sempre no médio prazo, pelo menos nos próximos 3 anos”
  • “Produto que envolve múltiplos canais e sistema legado não podem ter pequenas entregas…”

Resolvi, não seguir enumerando os demais motivos.

Claro, que adotar uma estratégia de pequenos incrementos -> testar – validar/descartar com o usuário final, de fato é uma mudança muito grande em relação ao modelo atual, vigente na maioria das empresas. E que estes ambientes, possuem diversas restrições: do gestor, da equipe, do cliente, do usuário final, do PMO, do GP, regulatórias, de processo, governança e etc.

Cabe a cada empresa, avaliar o seu processo e dizer se deseja iniciar uma jornada mais centrada no usuário final do seu produto, e com isso assumir todos os riscos e aprendizados que o modelo proporciona.

Desenvolver produtos com foco no cliente, é um grande desafio.

Qual empresa que você conhece lançaria uma versão(loja de app) com o aviso: “Talvez ele seja instável”

Novos tempos, novas maneiras de fazer.

Sim, isto implica em mudar o processo e o “famoso mindset”.

Será que o pessoal do Google andou lendo o livro Direto ao Ponto, do grande mestre Paulo Caroli?

Que tal alguns experimentos? Bora começar?

Feito, melhor que perfeito.